Como testar se o Haiku dá conta da sua tarefa antes de trocar o modelo

Testar o Haiku antes de trocar o modelo é o que separa decisão por evidência de decisão por achismo. O Claude Haiku 4.5 custa US$ 1 por milhão de tokens de entrada e US$ 5 de saída, metade do Sonnet 5 (US$ 2 e US$ 10) nos dois lados. Só que preço não decide nada sozinho: você precisa de um conjunto fixo de casos do seu próprio projeto, critérios de sucesso definidos ANTES, uma régua de correção empírica (aprovado/reprovado ou nota de 1 a 5) e a mesma bateria rodando nos dois modelos, lado a lado. Este guia mostra como montar isso em casa 🙂
A pior forma de escolher modelo é também a mais comum: rodar duas ou três tarefas, achar que "ficou pior" e voltar correndo pro modelo grande
Fala aí, beleza? O Claude Haiku 4.5 custa metade do Sonnet 5 nos dois lados da conta: US$ 1 contra US$ 2 por milhão de tokens de entrada, e US$ 5 contra US$ 10 por milhão de tokens de saída
Metade do preço é bonito no papel, mas preço nenhum resolve se a saída não serve pro que TU faz
E "não serve" não pode ser sentimento, tem que ser resultado medido nos teus próprios casos
Por isso a única resposta honesta pra pergunta "será que o Haiku dá conta?" é: monta uma avaliação com casos reais do teu projeto e descobre
Bora montar essa avaliação caseira, passo a passo?
O que você precisa antes de começar o teste
Nada de PC da Nasa aqui, o que você precisa é bem mais chato e bem mais barato: material real
- Acesso ao modelo: o Haiku 4.5 está disponível na API da Anthropic, no Amazon Bedrock e no Google Cloud Vertex AI
- O identificador certo do modelo, pra não errar na hora de chamar
- O prompt que já roda hoje, do jeito que ele está em produção, sem "melhorar" antes do teste
- Um histórico de casos reais: logs, tickets, falhas que usuários relataram, aquele print que alguém mandou no grupo
- Os critérios de sucesso da sua tarefa, escritos, antes de qualquer comparação
O identificador é este:
claude-haiku-4-5
claude-haiku-4-5-20251001
Que diferença faz a versão datada? Ela trava o modelo exato, o que ajuda quando você quer reexecutar a mesma suíte semanas depois e comparar com o mesmo alvo
E tem um aviso que vem da própria Anthropic e que eu acho o mais importante de todos: quanto mais você demora a começar a avaliação, mais difícil ela fica de construir
Ou seja, comece feio hoje em vez de bonito nunca 😀
Formação Vibe Coding
Do Prompt ao Produto: Crie Software Real com IA
- 474 aulas
- 20 projetos
- 39h 27min
Passo a passo: montando a avaliação caseira do Haiku
- Defina os critérios de sucesso ANTES de desenhar a avaliação
A documentação da Anthropic é direta nisso: definir os critérios vem primeiro, e a maioria dos casos de uso precisa de avaliação multidimensional, medindo mais de um critério ao mesmo tempo
Extração, por exemplo, quase nunca é só "acertou o campo": tem formato, tem campo faltando, tem alucinação de campo que não existia
O erro comum deste passo: montar os casos primeiro e inventar o critério depois, olhando pras saídas. Aí você já viu a resposta e o critério nasce contaminado
- Monte o conjunto de casos espelhando a distribuição real das suas tarefas
A recomendação oficial é desenhar avaliações que reflitam a distribuição real do seu uso e incluir casos de borda
O ponto de partida mais barato: aquelas checagens manuais que você já faz durante o desenvolvimento, e as falhas relatadas por usuários viram casos de teste, priorizadas por impacto no usuário
O erro comum deste passo: encher a suíte só com o caso feliz, aquele que você usa pra demonstrar pro cliente. Todo modelo passa nele
- Separe os casos difíceis dos fáceis
Se difícil e fácil ficam misturados num placar único, o resultado vira média e a média esconde exatamente o que você queria ver
Dois grupos, dois placares: um pro caso rotineiro e outro pra borda
O erro comum deste passo: comemorar 90% de acerto quando 90% da suíte era trivial
- Defina a régua de correção de forma empírica e específica
A orientação da Anthropic aqui é bem clara: a avaliação precisa ser empírica e específica, do tipo pedir uma saída apenas "correct" ou "incorrect", ou uma nota de 1 a 5
O motivo é prático: avaliação puramente qualitativa é difícil de julgar rápido e em escala
Estruture a pergunta de forma que dê pra corrigir automaticamente: múltipla escolha, comparação de string, correção por código ou correção por LLM
O erro comum deste passo: régua tipo "a resposta ficou boa?". Isso não é régua, é conversa de bar
- Escolha a família de corretor certa pra cada critério
O post de engenharia da Anthropic sobre avaliação de agentes fala em três famílias combinadas:
- Determinístico (baseado em código): rápido, barato e reprodutível, ideal pra checagem objetiva como teste unitário, análise estática e verificação de chamada de ferramenta e estado final
- Baseado em modelo (LLM como juiz, com rubrica estruturada): bom pra qualidade de linguagem, empatia e cobertura em resposta aberta
- Humano: entra pra calibração
E tem uma preferência explícita: sempre que possível, cheque o resultado e o estado (os testes passam? o registro foi alterado direito? o estado do navegador está correto? os efeitos colaterais da ferramenta batem com o esperado?), guardando o transcript ou o trace separado do resultado final
O erro comum deste passo: corrigir tudo com LLM porque é mais fácil de escrever, inclusive o que dava pra checar com um assert
- Rode mais de uma tentativa por caso
Comportamento de agente é estocástico, então múltiplas tentativas importam
E se liga: pass@k e pass^k respondem perguntas DIFERENTES de confiabilidade. Uma coisa é "acerta pelo menos uma vez em k tentativas", outra bem diferente é "acerta todas as k"
O erro comum deste passo: rodar uma vez, dar sorte, e trocar o modelo inteiro por causa daquela rodada
- Rode o mesmo conjunto no modelo atual e no Haiku, e compare lado a lado
Mesmos casos, mesma régua, mesmo número de tentativas
Sem isso não existe comparação, existe impressão
O erro comum deste passo: ajustar o prompt no meio do caminho pra "ajudar" o modelo mais barato. Aí você não está mais comparando modelo, está comparando prompt
Onde o Haiku 4.5 tende a passar no teste (e onde vale desconfiar)
A documentação da Anthropic posiciona o Haiku 4.5 pra extração, classificação, respostas curtas, roteamento e outras cargas sensíveis a latência e custo
Isso é uma hipótese de partida, não veredito
Serve pra você escolher QUAIS tarefas do seu projeto entram primeiro na bateria: se tem um classificador de ticket ou um roteador de intenção rodando no modelo grande, esse é o primeiro candidato óbvio
E o resto? Fora dessa lista não existe promessa oficial nenhuma, então essas tarefas entram no teste sem hipótese pronta, valendo só o placar
O ponto que eu mais bato: o teste é POR TAREFA, não por modelo em abstrato
Não existe "o Haiku é bom" ou "o Haiku é ruim", existe "o Haiku resolve a extração de dados da nota fiscal com a mesma régua que eu já uso", e isso muda de projeto pra projeto
Se você ainda está na dúvida sobre a divisão geral do trabalho, eu já escrevi sobre qual modelo usar em cada tarefa no Claude Code
Por que a impressão sozinha engana: o que vi rodando tarefas reais
Aqui eu preciso ser honesto com você, porque eu já testei modelo novo do jeito caprichado, projeto real na frente e conferência na mão, e mesmo assim faltou o principal. Vou contar o que faltou
Quando saiu o Sonnet 5, eu montei uma bateria de prompts próprios em vez de confiar só no anúncio, e separei tarefas de tipos bem diferentes: um sistema web tipo Kanban, um projeto full stack fatiado em etapas e um jogo
O Kanban eu pedi inteiro em UM prompt só (one shot), justamente pra observar se o modelo planejava bem e entregava tudo de uma vez: colunas reordenáveis, arrastar cards, contador por coluna, limite configurável com aviso visual, cards com markdown, tags, prioridades e prazo opcional
No full stack eu fatiei: primeiro o backend, depois o frontend consumindo a API, avisando no prompt que ele tinha que manter consistência de nomes, arquivos, rotas e esquema entre um prompt e outro. E fixei a pasta do projeto, pra delimitar onde ele podia trabalhar
O jogo entrou porque mecânica, animação e física me parecem mais complexas que aplicação web comum, então é estresse maior
E eu não parei no código gerado: abri o Kanban no navegador e conferi na mão se movia coluna, se movia tarefa, se persistia dado, se filtro e busca funcionavam. No full stack eu rodei o fluxo pela interface e fui conferir se o dado tinha chegado certo no banco. No jogo eu joguei mesmo, checando movimentação, colisão, power up e tela de fim de jogo
Os números que sobraram foram estes: o Kanban ficou pronto em cerca de 10 minutos (no meio do vídeo, quando eu fui checar, tinham corrido cerca de 8 minutos), e a minha média pra scaffolding desse tipo de projeto em modelo maior é justamente cerca de 10 minutos
O jogo estilo Pac-Man levou quase 30 minutos, subiu na porta 8123 e o modelo criou 2 níveis
Agora vem a parte incômoda: mesmo com projeto real na frente, mesmo abrindo tudo na mão, o que me sobrou foi uma SENSAÇÃO e um cronômetro
Não sobrou placar comparável
Se alguém me perguntasse "em quantos por cento dos casos difíceis ele acertou?", eu não teria número, teria história
E história é ótima pra vídeo, péssima pra decidir qual modelo vai rodar sua carga em produção pelos próximos seis meses
É exatamente esse buraco que a avaliação com casos fixos fecha
Outra coisa que me faz testar sempre: às vezes rolam nerfs silenciosos quando lançam versão nova, e sem bateria fixa você nunca sabe se piorou de verdade ou se foi teu dia ruim
Rodando a comparação: ferramenta de Avaliação do Console ou promptfoo
Duas rotas práticas, escolhe a que combina com teu fluxo
Rota 1: ferramenta de Avaliação do Console da Anthropic
- Abra a tela de Evaluation no Console, que é onde mora a ferramenta de Avaliação pra testar prompt em vários cenários
- Adicione os casos de teste, e aqui você tem três opções: o botão "+ Add Row" pra colocar um caso manualmente, o recurso "Generate Test Case" pro Claude gerar casos, ou importar de um arquivo CSV
- Use a comparação lado a lado, que mostra as saídas de dois ou mais prompts na mesma tela
- Dê a nota de qualidade, que a ferramenta oferece numa escala de 5 pontos por prompt
- Versione o prompt, porque o versionamento é o que te deixa reexecutar a suíte de testes depois de mexer em alguma coisa
O erro comum desta rota: rodar uma vez, ficar satisfeito e não versionar. Duas semanas depois você não consegue reproduzir o que testou
Rota 2: promptfoo na linha de comando
- Use o promptfoo, que é uma CLI e biblioteca open source pra testar e avaliar aplicações de LLM
- Escreva a configuração em YAML, porque o uso básico só exige arquivos de configuração, sem programar nada
- Aponte pro provedor, e ele suporta a Anthropic (Claude) entre outros
- Pendure no CI, já que ele integra com GitHub Actions, GitLab CI e Jenkins, e retorna código de saída diferente de zero quando as asserções falham, quebrando o build
Esse último ponto é o mais massa da rota 2: sua avaliação deixa de ser um ritual manual e vira um portão
Nota de atribuição, porque isso mudou e muita gente ainda não viu: a OpenAI anunciou em 9 de março de 2026 a aquisição do promptfoo, e declarou que o projeto continua open source sob a licença atual
Quanto você economiza se o Haiku passar no teste
| Custo por milhão de tokens | Claude Haiku 4.5 | Claude Sonnet 5 |
|---|---|---|
| Entrada | US$ 1 | US$ 2 |
| Saída | US$ 5 | US$ 10 |
Ou seja: metade do preço na entrada e metade na saída
E tem multiplicador que vale pros dois lados da tabela, então não esquece deles na hora de fazer a conta:
- Batch API: processamento em lote tem 50% de desconto sobre tokens de entrada e de saída
- Cache de prompt: leitura de cache custa 10% do preço padrão de entrada (economia de até 90%), enquanto a escrita custa 1,25x na duração de 5 minutos e 2x na duração de 1 hora
- Os dois juntos: Batch API e cache de prompt podem ser combinados, e as economias se somam na mesma chamada
Um contexto de preço que vale registrar: o reajuste do Sonnet 5 que estava marcado pra 1 de setembro de 2026 (US$ 3 / US$ 15) foi cancelado, e US$ 2 / US$ 10 virou preço permanente em 10 de agosto de 2026
O que era introdutório virou padrão, então a conta de comparação com o Haiku é essa aí mesmo, sem asterisco de "vai subir mês que vem"
Como ler o placar e decidir a troca
Antes de olhar o resultado, olhe pra tarefa
A régua que a Anthropic usa pra dizer se uma tarefa de avaliação presta é linda de simples: uma boa tarefa é aquela em que dois especialistas do domínio chegariam, independentemente, ao MESMO veredito de aprovado ou reprovado
Se a sua tarefa não passa nesse critério, o problema não é o modelo, é a avaliação
E tem uma armadilha que eu acho a mais sacana de todas: avaliação de um lado só gera otimização de um lado só
O exemplo da própria Anthropic: se você só testa se o agente busca quando deveria buscar, acaba com um agente que busca pra quase tudo
Então teste os dois lados do comportamento, sempre. Quando deve fazer E quando NÃO deve fazer
Se a queixa que te trouxe até aqui foi lentidão e não qualidade, aliás, tem uma lista de coisas pra checar antes de trocar de modelo que costuma resolver sem mexer em modelo nenhum
E por fim: troca não precisa ser tudo ou nada
Eu delego tarefa menos importante pro modelo mais leve sempre que dá, porque isso economiza token, e o resto continua onde está
Seu placar pode dizer "passa na classificação, não passa na redação final", e essa resposta é ótima, é ela que te dá a troca parcial
Se o Haiku passar: como trocar o modelo no Claude Code
Atenção que aqui eu estou falando do Claude Code, o produto de linha de comando, e não da versão web
São quatro caminhos, nesta ordem de prioridade:
- O comando de barra durante a sessão, que é a forma mais direta:
/model haiku
- A flag ao iniciar, quando você já sabe de antemão com qual modelo quer começar:
claude --model haiku
- A variável de ambiente
ANTHROPIC_MODEL, que vale só pra sessão iniciada com ela
- O campo
modelno arquivo de settings, que define o modelo INICIAL da sessão
Pra time que quer restringir quais modelos podem ser usados, existem ainda os campos availableModels (lista de modelos permitidos, aceita alias como "haiku") e enforceAvailableModels (booleano), que ficam no settings.json ao lado do campo model:
{
"model": "haiku",
"availableModels": ["haiku"],
"enforceAvailableModels": true
}
O erro comum deste passo: confundir a precedência e achar que o settings manda em tudo
Não manda. O campo model do settings define o modelo inicial da sessão, e a flag e o /model vêm antes dele na ordem de prioridade
Já vi gente jurando que "configurou e não pegou", quando na real tinha subido a sessão com a flag e esquecido 🙂
Conclusão
Recapitulando o que importa aqui
A decisão de trocar de modelo deixa de ser opinião no minuto em que existem duas coisas: um conjunto fixo de casos reais do seu projeto e uma régua de correção definida ANTES do teste
Sem isso, o que você tem é cronômetro e sensação, e eu falei por experiência própria de como isso engana até quem está com o projeto rodando na frente
Com isso, você tem placar, e placar dá pra discutir com o time
Próximo passo concreto, pra hoje mesmo: escolhe UMA tarefa do teu projeto, junta as falhas que já apareceram (ticket, log, print no grupo), transforma em caso de teste e roda a primeira comparação entre o modelo atual e o Haiku
Uma tarefa só já resolve, não precisa mapear o sistema inteiro. Lembrando sempre daquele aviso: quanto mais você adia, mais difícil a avaliação fica de construir
E pra fechar o cenário: o Haiku 4.5 segue como o modelo atual da faixa Haiku em agosto de 2026, ao lado de Sonnet 5, Opus 5 e Fable 5
Agora é montar a bateria e deixar o placar decidir
até o próximo post! 😀
Perguntas frequentes
Como troco para o Haiku 4.5 dentro de uma sessão do Claude Code sem mudar configuração nenhuma?
Digite /model haiku durante a própria sessão, é o caminho mais rápido dos quatro que o Claude Code oferece. Os outros três são a flag –model ao iniciar (claude –model haiku), a variável de ambiente ANTHROPIC_MODEL, que vale só pra sessão iniciada com ela, e o campo model no arquivo de settings, que define o modelo inicial.
Dá pra travar o Claude Code pra só permitir o Haiku e barrar os modelos mais caros?
Dá sim, e sem gambiarra: o settings.json tem o campo availableModels, que lista os modelos permitidos e aceita alias como ‘haiku’, e o campo enforceAvailableModels, um booleano que aplica essa restrição. Os dois ficam ao lado do campo model, que define o modelo padrão da sessão.
Rodar a avaliação em lote pelo Batch API muda o resultado da comparação de preço entre Haiku e Sonnet?
Muda o custo, não o resultado da qualidade. O Batch API dá 50% de desconto sobre o preço padrão, tanto na entrada quanto na saída, e esse desconto pode se somar ao desconto de cache de prompt na mesma chamada, então a suíte inteira de teste sai mais barata sem afetar a nota que cada modelo tirou nos casos.
Por que rodar o mesmo caso várias vezes muda a leitura da confiabilidade do Haiku?
Porque o comportamento de agente é estocástico: o mesmo prompt pode sair certo numa tentativa e errado na seguinte. pass@k mede se o modelo acerta pelo menos uma vez em k tentativas, enquanto pass^k mede se ele acerta em todas as k, e são perguntas de confiabilidade bem diferentes pra decidir se o Haiku aguenta produção.
O promptfoo ainda é confiável pra montar essa comparação depois da aquisição pela OpenAI?
A OpenAI anunciou a aquisição do promptfoo em 9 de março de 2026 e declarou que o projeto segue open source sob a licença atual. Ele continua sendo CLI e biblioteca gratuita, configurável só em YAML, com suporte a Claude via API da Anthropic e integração com CI, quebrando o build quando alguma asserção falha.
A ferramenta de Avaliação do Console da Anthropic serve pra comparar Haiku e Sonnet lado a lado?
Serve, é exatamente pra isso que ela existe: compara as saídas de dois ou mais prompts lado a lado, dá nota de qualidade numa escala de 5 pontos e versiona o prompt pra reexecutar a mesma suíte depois. Os casos de teste entram de três formas: botão ‘Add Row’ manual, ‘Generate Test Case’ pelo próprio Claude, ou importação de um CSV.
Formações
Formação SAAS com IA
Tire usas ideias do papel criando softwares com IA, integre pagamentos e lance seu projeto!
- 291 aulas
- 18 projetos
- 24h 17min
Blog | Mais populares
As diferenças de var, let e const
Como fazer redirecionamento com PHP
Neste artigo você vai aprender a como fazer redirecionamento com PHP, utilizaremos abordagens fáceis de entender e de aplicar Fala programador(a), beleza? Bora aprender mais […]
ChatGPT: o que é, como usar, dicas e como acessar login
ChatGPT é uma ferramenta de processamento de linguagem natural (NLP) baseada na arquitetura GPT-3.5, desenvolvida pela OpenAI. Sua criação representa um marco significativo no campo […]
