Usar NotebookLM no TCC é plágio? O limite entre apoio de leitura e texto que não é seu

estudante usando NotebookLM no TCC para organizar fontes de leitura
Resposta rápida

Usar o NotebookLM no TCC não é plágio por si só: a ferramenta (que o Google renomeou para Gemini Notebook) responde com base nas fontes que você carrega e mostra citações in-line que levam ao trecho exato. Vira problema quando a saída entra no capítulo como se fosse leitura e análise suas. O critério é simples: quem fez o julgamento intelectual e quem leu a fonte original. O CNPq exige declarar o uso de IA generativa, com ferramenta e finalidade, e proíbe entregar conteúdo gerado como autoria humana. Cite a fonte, não a resposta.

Reta final do TCC, a pasta cheia de PDFs, prazo curto, e a ferramenta te devolve resumo de tudo em minutos

Aí você percebe uma coisa esquisita: ganhou tempo, mas ainda não leu nada

E bate aquela pergunta que não é técnica, é de consciência: se a IA me ajudou a entender e organizar as fontes, o texto que eu vou entregar ainda é meu?

A resposta honesta não é sim nem não

Existe uma linha, e ela passa por duas coisas bem concretas: quem fez o julgamento intelectual do que está escrito e quem leu a fonte de verdade

Neste post eu separo os dois lados com situações reais de TCC, te dou 5 perguntas pra você se autoavaliar antes de entregar o capítulo, mostro o que faz sentido declarar ao orientador e explico por que a citação vai sempre pra fonte original, nunca pra resposta da ferramenta

Bora?

O que o NotebookLM (agora Gemini Notebook) realmente faz com as suas fontes

Antes de discutir autoria, vale entender a natureza da coisa, porque ela muda o debate de figura

Primeiro, o nome: o Google anunciou oficialmente que o NotebookLM passou a se chamar Gemini Notebook, seguindo como produto autônomo, com o nome e o logo novos aparecendo gradualmente nas interfaces

Então se você abrir e ainda ver a marca antiga, calma, é a transição mesmo

A mudança foi comunicada também no canal oficial de atualizações do Google Workspace

Não é ferramenta de nicho: no anúncio da renomeação, o Google informou mais de 30 milhões de pessoas e 600 mil organizações usando o produto, que nasceu como um experimento chamado Project Tailwind em 2023

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Por que ela não é "mais um chatbot":

A diferença que interessa pro seu TCC é essa: o chat responde com base nas fontes que VOCÊ carregou, e exibe citações in-line, com a proposta de precisão, transparência e confiança

E as citações não são enfeite

Elas usam trechos, texto e imagens direto das suas fontes: passando o cursor por cima aparece o texto citado, e ao selecionar a citação a ferramenta navega até o local da passagem na fonte

Ou seja, ela te devolve o caminho de volta pro parágrafo original

Guarde isso, porque é o principal aliado da sua honestidade acadêmica mais pra frente

Dá pra carregar PDFs, sites, vídeos do YouTube e arquivos de áudio, e as saídas incluem guias de estudo, resumos, mapas mentais e visões gerais em áudio

Se o que te interessa agora é o operacional, eu já detalhei como usar o NotebookLM na revisão bibliográfica em outro post

Tome cuidado!

O próprio Google avisa que a ferramenta pode cometer erros e fazer coisas inesperadas, que as respostas devem ser verificadas por você e que elas não refletem a opinião do Google

Guarde essa frase também, porque metade dos problemas de TCC com IA nasce de ignorar exatamente esse aviso

Apoio de leitura x texto que não é seu: onde está o limite

A melhor forma de enxergar a linha é lado a lado, em situações concretas de quem está escrevendo capítulo

Apoio de leitura (autoria preservada) Texto que não é seu (autoria destruída) O que separa os dois
Pedir um resumo do artigo pra decidir se ele entra na sua revisão Colar a resposta do chat direto no capítulo, com uns ajustes de vírgula Triagem é sua decisão, colar é a ferramenta escrevendo o capítulo
Gerar um mapa mental pra organizar a ordem do seu argumento Gerar o parágrafo de análise e assinar como interpretação própria Organizar o raciocínio é seu trabalho, a análise também deveria ser
Usar o guia de estudo pra finalmente entender um conceito difícil Usar a saída como se fosse a leitura que você fez da fonte Entender é meio, entregar a saída como leitura é falsear o percurso
Clicar na citação in-line, navegar até a passagem e ler o original Citar um trecho que você só viu dentro da resposta gerada Quem leu a fonte: você ou o modelo?
Comparar o que dois autores dizem e formar a SUA posição Reproduzir a estrutura da resposta trocando sinônimos Julgamento intelectual é de quem decide o que a evidência significa

Percebe que o critério não é "usei ou não usei IA"?

O critério é quem fez o julgamento intelectual e quem leu a fonte

E aquele cenário do começo, a pasta de PDFs resumida em minutos? Ele não é má conduta em si, é só uma triagem rápida

Ele VIRA problema no minuto em que você cita um trecho que só viu na resposta, ou entrega uma análise que a ferramenta formou por você

Ou seja: resumo é ponto de partida pra leitura, nunca substituto dela

Deu pra sentir a diferença? 🙂

5 perguntas para você se autoavaliar antes de entregar o capítulo

Nada de fórmula mágica aqui, é só checagem honesta, feita por você, com o capítulo aberto na frente

  1. Eu li a fonte original do trecho que estou citando, ou só li o que a ferramenta me devolveu? Se a resposta for a segunda, o caminho é clicar na citação in-line, navegar até a passagem e ler o original antes de manter aquela frase
  1. Eu conseguiria defender esse parágrafo na banca sem consultar a ferramenta? Banca não pergunta o que o texto diz, pergunta por que você escolheu aquele autor, aquele recorte, aquela conclusão
  1. A frase é minha ou é a estrutura da resposta gerada com sinônimos trocados? Reescrever por cima não transfere autoria, só disfarça a origem do raciocínio
  1. A referência existe e diz mesmo o que eu afirmo que ela diz? A APA é bem direta nesse ponto: ao usar IA na busca, é preciso garantir que a ferramenta cite suas fontes e sempre verificar as fontes apresentadas, e o Google avisa que a saída pode errar
  1. Eu conseguiria declarar esse uso ao orientador sem constrangimento? Essa é a pergunta que resolve quase todas as outras: se o uso precisa ficar escondido, ele já respondeu sozinho

Se você travou em duas ou mais, não é o fim do mundo, é só sinal de que falta leitura de fonte, não de que falta redação

Situações que transformam apoio de leitura em má conduta

Aqui vão os casos típicos, no formato sintoma, causa e solução, porque geralmente o aluno não decide fraudar, ele escorrega

Sintoma: capítulo com voz uniforme e sem posicionamento seu

Causa: você pulou a etapa de formar opinião e foi direto pra redação, então o texto descreve autores e nunca discute

Solução: antes de escrever a seção, responda em duas linhas suas: o que esses autores discordam entre si e de que lado você fica

Como prevenir: escreva a sua posição ANTES de abrir a ferramenta, nem que seja rabiscada

Sintoma: citação que não bate com a fonte

Causa: tratar a saída como texto final e confiar sem conferir, sendo que o próprio Google diz que as respostas devem ser verificadas

Solução: use a citação in-line pra navegar até a passagem, leia o parágrafo inteiro e só então mantenha (ou derrube) a frase do seu capítulo

Como prevenir: vale entender onde a resposta da ferramenta falha antes de ela virar nota de rodapé no seu TCC

Sintoma: referência que ninguém consegue localizar

Causa: a referência entrou no texto sem nunca ter passado pela sua mão

Solução: regra simples, referência que você não abriu não entra na lista, e a responsabilidade é sua: a regra do CNPq diz que os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo final, inclusive por eventuais plágios ou imprecisões geradas pela ferramenta

Como prevenir: cada item da bibliografia só sobe pro arquivo do TCC depois de aberto e lido

Sintoma: parágrafo inteiro reproduzindo a organização da resposta gerada

Causa: escrever com a resposta colada ao lado, no mesmo arquivo, o que é praticamente um convite pra copiar o esqueleto

Solução: separe fisicamente as coisas, um arquivo de notas de leitura e outro do TCC, e nunca escreva o capítulo dentro do arquivo de notas

Como prevenir: registre ferramenta, finalidade e prompts DURANTE a escrita, não na véspera da entrega, quando ninguém lembra mais de nada

Já vi gente perder um fim de semana refazendo capítulo por causa desse último, e é sempre evitável

O que CNPq, USP, Unesp e Unicamp já definiram sobre IA em trabalho acadêmico

Muita gente ainda escreve TCC achando que isso é terra sem lei

Não é mais, se liga

CNPq: usar pode, esconder não

O CNPq publicou a Portaria CNPq nº 2.664, de 6 de março de 2026, que institui a Política de Integridade na Atividade Científica, publicada no DOU de 11 de março de 2026, com vigência sete dias úteis após a publicação

O texto dessa mesma portaria está disponível na área de normativos do portal do CNPq

E o conteúdo é bem claro: o uso de IA generativa não é proibido, mas deve ser declarado, qualquer que seja o tipo de ferramenta e a fase da pesquisa, especificando a ferramenta usada e a finalidade

É vedado submeter conteúdo gerado por IA generativa como se fosse de autoria humana

E os autores são integralmente responsáveis pelo conteúdo final, inclusive por eventuais plágios ou imprecisões geradas pela ferramenta

Traduzindo: a IA não divide a culpa com você

USP, Unesp e Unicamp: declarar, com detalhe

As três definiram diretrizes para uso de IA em atividades acadêmicas, e o eixo é a declaração explícita do uso, por alunos e por docentes

Com detalhamento de quais ferramentas foram usadas, versões e modelos, e de como foram aplicadas, incluindo os prompts

Entre os usos aceitáveis aparecem tradução, resumos e reformulação de parágrafos

Entre as práticas proibidas: entregar trabalho produzido total ou parcialmente por IA como se fosse de autoria do estudante, e usar a tecnologia em avaliações sem autorização do professor

A Unesp já publicou resolução geral sobre IA, portaria para a pós-graduação e guia para a graduação

E no meio editorial?

O ICMJE é direto: chatbots como o ChatGPT não devem ser listados como autores, porque não podem se responsabilizar pela precisão, integridade e originalidade do trabalho

Os humanos respondem por qualquer material submetido que tenha usado tecnologias assistidas por IA, e devem descrever como as ferramentas foram usadas

O COPE vai na mesma linha: ferramentas de IA não podem ser autoras porque não assumem responsabilidade pelo trabalho submetido, não declaram conflitos de interesse nem gerem acordos de direitos autorais

Um alerta necessário: a regra do SEU curso pode ser mais restritiva que tudo isso

Cada instituição e cada orientador decide como trata o uso declarado, então o regulamento do seu TCC é a palavra final, não este post

O que faz sentido declarar ao orientador (e como escrever isso)

Agora a parte prática, porque "declare o uso" sozinho não ajuda muita gente

Seguindo o que as diretrizes pedem, o que entra na declaração é:

  • qual ferramenta você usou
  • com qual finalidade
  • em que fase da pesquisa
  • e, no caso das diretrizes de USP, Unesp e Unicamp, também versão, modelo, como foi aplicada e os prompts

Um exemplo de redação curta e honesta, pra uso restrito a leitura e organização de fontes:

Declaração de uso de inteligência artificial

Durante a fase de revisão bibliográfica, utilizei o Gemini Notebook
(anteriormente NotebookLM) para resumir e organizar as fontes
selecionadas e para localizar passagens dentro dos PDFs carregados.
Todas as fontes citadas neste trabalho foram lidas no original.
Nenhum trecho gerado pela ferramenta foi incorporado ao texto.
Os prompts utilizados estão registrados no apêndice.

Curto, verificável, sem drama

E declare ANTES, no meio do processo, não depois que a banca perguntar: a diferença entre transparência e desculpa é só o momento em que a informação aparece

Sobre privacidade, que importa quando o material é de orientação ou dado de pesquisa:

Segundo a política do Gemini Notebook, arquivos adicionados como fonte não são usados diretamente para treinar os modelos generativos

Em conta pessoal, se você enviar feedback, revisores humanos podem revisar consultas, uploads e respostas

Já em contas Workspace e Education, uploads, consultas e respostas não são revisados por humanos nem usados para treinar modelos

Se o teu TCC envolve dado sensível de campo, isso não é detalhe, converse com o orientador antes de subir qualquer coisa

Por que você cita a fonte original, e não a resposta da ferramenta

Essa dúvida aparece muito: "então eu cito o NotebookLM na referência?"

Depende do que você fez com ele, e a lógica é mais simples do que parece

Quando a IA foi só o buscador:

A APA orienta que, em geral, não é necessário citar a IA quando ela é usada como mecanismo de busca, desde que você garanta que a ferramenta cite suas fontes e sempre verifique as fontes apresentadas

Em revisões de literatura, metassínteses e meta-análises, é possível informar que a IA foi usada na busca, nomeando as ferramentas

E IA integrada a software, tipo o Copilot dentro do Word, não é citada, num caso de uso comparável ao corretor ortográfico

Ou seja, ninguém referencia o Ctrl+F, né? 😀

Quando você reproduz o texto gerado:

Aí muda tudo

A APA trata isso como compartilhar a saída de um algoritmo, então se credita o autor do algoritmo, com entrada na lista de referências e citação no texto, sendo o autor a empresa responsável pela ferramenta (OpenAI para o ChatGPT, Google para o Gemini)

E tem um detalhe incômodo: as conversas não são recuperáveis por outros leitores

Quem lê o seu TCC não consegue voltar naquela resposta e conferir

O que é exatamente o oposto do que uma referência deveria permitir

Por isso a citação in-line existe: ela te leva ao trecho exato da fonte, e é DE LÁ que a sua referência sai

No TCC brasileiro, a formatação dessas citações segue a ABNT NBR 10520:2023, em vigor desde 19/07/2023, que cancelou e substituiu a versão de 2002

Se você aprendeu a citar pela apostila antiga do seu curso, confere isso

Detector de IA vai acusar o meu TCC? O que os números dizem

Sempre chega essa pergunta, e ela merece resposta sem alarmismo e sem promessa de imunidade

A Turnitin declara menos de 1% de falso positivo em nível de documento para documentos com 20% ou mais de escrita gerada por IA

Em nível de frase, o número declarado é de cerca de 4% de falso positivo

E em documentos com menos de 20% detectado, há maior incidência de falso positivo

Tanto que a ferramenta não atribui score nem marcações para resultados de detecção entre 1% e 19%

O que isso significa na prática pra você?

Que o detector é consequência, não critério

O critério é autoria e declaração, e a responsabilidade integral pelo conteúdo final continua sua, conforme a regra do CNPq

Escrever pensando em "driblar o detector" é resolver o problema errado, e resolve mal

Registro honesto do que este post NÃO afirma: esses números são os declarados pela própria fornecedora, e cada instituição decide se e como usa a ferramenta

Conclusão

A linha cabe numa frase: a ferramenta pode ler COM você, não por você

Se o julgamento intelectual é seu e a fonte foi lida por você, o texto é seu, mesmo com apoio de IA na leitura e na organização

Se o julgamento veio pronto na resposta e a fonte você só viu pela janela do chat, aí não é mais autoria, e nenhuma reescrita conserta isso

E lembra que declarar não é confissão de culpa, é o que as diretrizes pedem, com ferramenta, finalidade e fase da pesquisa

Próximo passo, hoje mesmo:

  1. abra o regulamento de TCC do seu curso e as diretrizes de IA da sua instituição, porque elas podem ser mais restritivas que o geral
  2. escreva a declaração de uso agora, enquanto ainda está pesquisando, e vá completando com ferramenta, finalidade e prompts
  3. passe o olho em cada citação do texto e confirme que a fonte original foi lida e está referenciada conforme a ABNT NBR 10520:2023

Ficou alguma dúvida sobre o teu caso específico, ou o teu orientador falou algo diferente disso?

Deixa nos comentários que a gente troca uma ideia, até o próximo post!

Perguntas frequentes

Usar NotebookLM no TCC é considerado plágio pelas universidades?

Não pelo uso em si. O problema é entregar como seu um texto que a ferramenta gerou, sem o julgamento intelectual ser seu. Diretrizes da USP, Unesp e Unicamp proíbem entregar trabalho produzido total ou parcialmente por IA como se fosse autoria do estudante. Usar o NotebookLM para organizar e entender fontes, mantendo a leitura e a análise por sua conta, não se enquadra nessa vedação.

É obrigatório declarar o uso do Gemini Notebook no TCC?

Depende da instituição, mas a tendência é declarar sempre. A Portaria CNPq nº 2.664, de 6 de março de 2026, citada no post, exige declarar o uso de IA generativa em pesquisa, qualquer que seja a ferramenta e a fase, especificando a finalidade. USP, Unesp e Unicamp seguem a mesma lógica e exigem detalhar quais ferramentas, versões e como foram aplicadas, incluindo os prompts usados. Vale confirmar com o orientador se o programa tem uma exigência própria.

Preciso citar o NotebookLM nas referências do TCC pela ABNT?

Não, porque a citação deve ir sempre para a fonte original que você leu, não para a resposta que a ferramenta gerou. A norma vigente para citações no Brasil é a ABNT NBR 10520:2023, em vigor desde 19 de julho de 2023, e ela trata de como citar autores e documentos, não conversas com IA. Se você quer registrar o uso da ferramenta, isso entra na declaração de uso de IA, separada das referências bibliográficas.

O orientador ou ferramentas como o Turnitin conseguem detectar uso de IA no TCC?

Existe detecção, mas com limites. A Turnitin declara menos de 1% de falso positivo em nível de documento quando 20% ou mais do texto foi gerado por IA, e cerca de 4% em nível de frase. Abaixo de 20%, entre 1% e 19%, a ferramenta nem atribui score, e a chance de falso positivo é maior. A defesa mais segura não é escapar do detector, é o texto realmente refletir sua leitura e seu julgamento.

Posso citar o NotebookLM ou outra IA como autor do meu trabalho acadêmico?

Não. O ICMJE não aceita chatbots como autores porque eles não podem se responsabilizar pela precisão, integridade e originalidade do trabalho. O COPE segue a mesma posição: ferramentas de IA não podem assumir responsabilidade, declarar conflito de interesse nem gerir direitos autorais. Quem responde pelo conteúdo, inclusive por erros e plágio, é sempre o autor humano.

O NotebookLM pode inventar informação ou citar a fonte errada no TCC?

Pode, e o próprio Google avisa isso: o Gemini Notebook pode cometer erros e fazer coisas inesperadas, e as respostas precisam ser verificadas pelo usuário. É por isso que a citação in-line existe, ela leva direto ao trecho da fonte original para você conferir antes de usar. Nunca leve pro capítulo uma citação que você só viu dentro da resposta gerada.



Escrito por | Matheus Battisti

Matheus Battisti
Fundador da Hora de Codar

Programador apaixonado pelo mundo das tecnologias, sempre buscando em aprender e se aprofundar em linguagens, frameworks e o que mais for necessário para executar um bom trabalho. Agora tem uma nova missão que é de passar seu conhecimento adiante para formar novos programadores e especializar mais os que já são.

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