Que tipos de arquivo o NotebookLM aceita como fonte? Formatos, limites e o que fazer com código, planilha e Markdown

lista de formatos aceitos no NotebookLM para upload de fontes
Resposta rápida

Os formatos aceitos no NotebookLM (hoje Gemini Notebook) para upload de documento são .docx, .txt, .md, .pdf, .csv e .pptx, mais EPUB, imagens (png, jpg, webp e outras) e áudio (mp3, wav, m4a e outras). Também entram Google Docs, Apresentações e Planilhas pelo Drive, links de site, vídeos do YouTube com legenda e texto colado. Cada fonte vai até 500.000 palavras ou 200 MB, e o plano gratuito segura 50 fontes por notebook. Arquivo de código e .xlsx não estão na lista oficial: precisam virar texto, .md ou PDF antes.

Fala aí, beleza? Você separou o material, abriu o notebook, arrastou o arquivo e… nada

Essa é a primeira barreira de quem tenta usar o produto com material de trabalho de verdade: o filtro de entrada

E tem um detalhe que complica ainda mais a pesquisa: a lista oficial de formatos mudou de endereço quando o NotebookLM virou Gemini Notebook. Ou seja, boa parte do que tu acha no Google sobre "o que o NotebookLM aceita" aponta pra um lugar que não é mais o canônico

Então bora direto ao ponto: o que entra, o que não entra, quanto cabe e o que fazer com código, planilha e Markdown

NotebookLM agora é Gemini Notebook: o que isso muda na hora de adicionar fontes

O Google renomeou o NotebookLM para Gemini Notebook

É o mesmo produto, com os mesmos notebooks e recursos. Ele continua existindo como experiência standalone e agora também fica acessível dentro do app Gemini

E se tu tá com medo de perder o que já montou: relaxa. Notebooks e links existentes são preservados por redirecionamento automático, não precisa recriar nada por causa do nome novo

O que mexe na nossa vida aqui é a documentação. A central de ajuda oficial do produto hoje fica no domínio gemininotebook, e o artigo sobre adicionar fontes é o support.google.com/gemininotebook/answer/16215270. Curiosidade: a antiga central notebooklm responde o MESMO ID de artigo, então os dois caminhos levam ao mesmo conteúdo

Por que isso importa? Porque lista de formatos é coisa viva. O EPUB, por exemplo, entrou como tipo de fonte suportado pra todos os usuários depois. Se tu ler um post de 2025 falando "converta seu ebook pra PDF antes", esse conselho já venceu 🙂

Pra dimensionar o tamanho da coisa: no anúncio da renomeação o Google falou em mais de 30 milhões de usuários e mais de 600 mil organizações

Muita gente montando notebook, muito post desatualizado circulando

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Tabela: todos os tipos de fonte aceitos por categoria

Essa tabela é o mapa que eu queria ter tido quando comecei. Salva ela

Categoria Formatos / extensões aceitos Observação de comportamento
Documento (upload) .docx, .txt, .md, .pdf, .csv, .pptx É a lista oficial de documento no artigo de fontes
Ebook EPUB Liberado como tipo de fonte pra todos os usuários, sem converter em PDF antes
Imagem avif, bmp, gif, heic, heif, ico, jp2, jpe, jpeg, jpg, png, tif, tiff, webp Aceitas como fonte
Áudio 3g2, 3gp, aac, aif, aifc, aiff, amr, au, avi, cda, m4a, mid, mp3, mp4, mpeg, ogg, opus, ra, ram, snd, wav, wma Aceitos como fonte
Google Drive nativo Google Docs, Google Apresentações, Google Planilhas Puxados do Drive quando tu tem acesso ao arquivo. Múltiplas abas de Docs ou Planilhas entram como UMA fonte só
Link de site URL colada Extrai só o conteúdo em texto do HTML. Imagens, vídeos incorporados e páginas aninhadas não vêm. Paywall não é suportado
YouTube URL de vídeo público com legenda Importa só a transcrição em texto
Texto colado Copiar e colar Vira uma nova fonte, e dá pra adicionar ou editar o título dela na criação

Atenção antes de tu decorar essa tabela: ela é o cenário do navegador. No app do celular a lista de tipos que dá pra adicionar é menor, e eu volto nisso com detalhe lá no fim do post

Repara numa outra coisa: .md está na lista de documento

Guarda essa informação, ela resolve metade das dores de quem trabalha com material técnico

Limites por fonte e por notebook: quanto cabe de verdade

Tem dois tetos diferentes rolando aqui, e confundir os dois é o que faz gente montar notebook errado

Teto por fonte: até 500.000 palavras por fonte, ou até 200 MB pra arquivos enviados por upload

Teto por notebook: até 50 fontes por notebook no plano gratuito. A central de ajuda remete aos planos de IA do Google pra quem quer limites maiores

Agora traduzindo em decisão prática

500.000 palavras por fonte é MUITO espaço. Um relatório denso, um livro técnico inteiro, uma documentação gigante: tudo isso cabe numa fonte só. O gargalo raramente vai ser o tamanho do arquivo, vai ser a contagem de fontes

E é aí que entra um truque bom: documentos e planilhas do Google com múltiplas abas são puxados como uma fonte única. Se tu tem oito planilhas soltas e cada uma queima um slot, juntar tudo em abas de um mesmo arquivo do Google Planilhas transforma tudo aquilo em uma fonte só

Com 50 slots no gratuito, esse tipo de consolidação muda o jogo

Tome cuidado com o limite novo: desde 02/09/2026 o Gemini Notebook passou a ter limites de uso baseados em computação, que determinam o quanto tu consegue interagir com os recursos. A cota renova a cada 5 horas até o limite semanal

Ou seja: além de "quanto cabe", agora existe "quanto tu usa". Se tu planeja uma maratona de análise, vale distribuir o trabalho em vez de tentar fazer tudo numa sentada só

Aqui moram os três comportamentos que mais enganam gente. O arquivo "entrou", a fonte aparece lá na lista, mas o conteúdo não é o que tu imaginava

Causa: ao colar uma URL, só o conteúdo em texto da página HTML é extraído. Imagens, vídeos incorporados e páginas aninhadas não são importados. E página com paywall não é suportada

O que fazer: se o valor da página está numa imagem, num infográfico ou num vídeo embutido, o link não serve. Nesse caso, ou tu sobe a imagem direto como fonte (imagem está na lista, lembra?), ou copia o texto relevante e cola como fonte de texto

Se a página é paga, esquece o link

Causa: formatação. Ao enviar múltiplas URLs, os links precisam estar separados por espaço ou por quebra de linha

O que fazer: uma URL por linha. Simples assim, e já evita o retrabalho de refazer a importação

Sintoma: o vídeo do YouTube não entrou, ou entrou e a IA não "viu" nada do que aparece na tela

Causa: o YouTube tem as regras mais restritas do pacote. Só vídeos públicos com legenda (enviada pelo autor ou automática), e apenas a transcrição em texto é importada. Vídeo publicado há menos de 72 horas pode não estar disponível ainda, e vídeo sem fala não é suportado

O que fazer: se é um tutorial onde o que importa está na tela e não na narração, a transcrição vai te entregar pouco. Vídeo recente? Espera as 72 horas ou busca outra fonte

E aquele vídeo lindo de motion graphics sem narração: não adianta insistir, não tem o que importar

O que fazer com código, planilha e Markdown que não entram direto

Esse é o núcleo do post. Bora por partes, porque cada caso tem uma saída diferente

Primeiro, a boa notícia

  1. Markdown (.md) entra direto, não converte nada. .md está na lista oficial de formatos de documento. Se teu material técnico já é README, doc de arquitetura, PRD ou anotação em Markdown, é só subir

O erro comum deste passo: gente que perde tempo convertendo .md pra PDF "por segurança". Não precisa, e ainda piora, porque a conversão bagunça a estrutura de títulos que o Markdown já entrega limpinha

  1. Arquivo de código: transforme em texto antes de subir. Extensões como .py, .js, .ts, .json e .ipynb não aparecem na lista oficial de formatos de documento. O caminho mais direto é copiar o conteúdo e colar como fonte de texto, já que texto colado é um tipo de fonte válido e ainda deixa tu nomear a fonte na criação

O erro comum deste passo: colar quinze arquivos diferentes numa fonte só e não dar título. Depois tu pergunta algo e não faz ideia de onde veio a resposta. Nomeie cada fonte com o caminho do arquivo, tipo src/auth/login.ts

  1. Muito código? Consolide num arquivo de texto ou Markdown. Em vez de colar arquivo por arquivo, junte o que importa num único .txt ou .md e suba como upload. Assim tu economiza slot de fonte (lembra do teto de 50 no gratuito) e mantém a organização

Dentro desse arquivão, escreve o caminho de cada arquivo como um título antes do trecho de código. Quando a resposta citar a fonte, tu sabe exatamente de onde ela tirou aquilo

O erro comum deste passo: jogar node_modules, build e lockfile dentro. Tu estoura contexto com lixo e a qualidade da resposta despenca. Só o que tu realmente quer que a IA leia

  1. Arquivo compactado (.zip): não conta com ele. .zip também não consta na lista oficial de formatos aceitos. Descompacte, escolha o que interessa e siga os passos 2 e 3

O erro comum deste passo: assumir que o produto vai abrir o zip e importar tudo em lote. Não há confirmação disso na documentação, então trate como "não funciona" e prepare o material na mão

  1. Planilha: .csv sobe direto, .xlsx não está na lista. O CSV está entre os formatos de documento aceitos. Já o .xlsx não aparece ali. Se teu dado está em Excel, exporte pra CSV antes

O erro comum deste passo: exportar uma planilha cheia de fórmula e formatação achando que tudo vai junto. CSV é dado puro, texto separado por vírgula. Fórmula vira o resultado dela, gráfico não vai, formatação não vai

  1. Planilha do Google: use o Drive, não faça download. Google Planilhas é fonte nativa, o produto puxa direto do Drive os arquivos aos quais tu tem acesso. E aquelas múltiplas abas entram como uma fonte só

O erro comum deste passo: baixar a planilha do Google como CSV e subir por upload. Tu perde as outras abas e perde a conexão com o arquivo vivo. Vou explicar o porquê disso importar muito na próxima seção

  1. Documento de texto pesado: .docx e .pdf continuam valendo. Se o material técnico já veio em Word ou PDF (specs, manuais, contratos técnicos), sobe do jeito que está

O erro comum deste passo: PDF escaneado sem camada de texto. Não tem o que extrair de imagem de papel dentro de um PDF, e o resultado é uma fonte inútil

Se tu quer se aprofundar nesse assunto de o que fazer quando o arquivo é recusado, vale olhar com calma os limites por trás de cada recusa

Por que planilha viva e repositório de código pedem tratamento diferente

Agora o PORQUÊ, que é onde a coisa fica interessante

Existe uma diferença silenciosa entre o que tu SOBE e o que tu CONECTA

Upload é retrato. Arquivos enviados por upload não são sincronizados automaticamente. PDF, .txt, .md e .docx congelam no momento do envio. Página web também: ela continua sendo um retrato do momento da importação. Fonte do YouTube, idem

Arquivo nativo do Drive é conexão. A sincronização automática com o Drive passou a atualizar o conteúdo das fontes no notebook conforme os arquivos do Drive mudam, com lançamento começando em 26/05/2026

Sacou a diferença? É tipo a diferença entre tirar uma foto do quadro branco e ter acesso ao quadro

Por isso a regra prática fica assim:

  • Material que NÃO muda mais (relatório fechado, artigo, PDF de referência, snapshot de código de uma versão específica): pode subir por upload sem dó
  • Material VIVO (a planilha de métricas que tu atualiza toda semana, o doc de requisitos que o time edita junto): coloca no Drive como Google Planilhas ou Google Docs e conecta

E repositório de código? Código é, por natureza, material vivo. Só que ele não é nativo do Drive, então tu vai acabar trabalhando com retrato mesmo. A saída honesta é assumir isso: trate o que tu sobe como "o estado do projeto naquele dia" e atualize a fonte quando a base mudar de verdade

Agora, tem uma novidade que muda o cálculo de quem trabalha com dado tabular: cada notebook recebeu um computador em nuvem seguro que permite escrever e executar código pra análise de dados apoiada nas fontes

Isso é bem diferente de só "conversar sobre o CSV". É análise com código rodando de verdade

A ressalva é a disponibilidade: no anúncio, o recurso estava disponível pra usuários Google AI Ultra e clientes Workspace business com AI Ultra Access e AI Expanded Access, com liberação pra todos os usuários Pro na web nas semanas seguintes

Então se tu é Pro e ainda não viu isso aí, pode ser questão de fila

Na prática: o que aprendi usando o NotebookLM com material técnico de um projeto real

Eu uso o NotebookLM como camada de pesquisa ANTES de programar

A ideia é simples: eu alimento o notebook com fontes até ele virar uma espécie de especialista no produto que eu quero criar. Aí eu discuto com ele, e só depois o código acontece

No fluxo que eu mostro, as fontes vão de artigos e documentos a análises de concorrentes, pesquisa minha salva como arquivo de texto, sites, vídeos do YouTube e PDFs. Bem misturado mesmo

Algumas coisas que eu aprendi na marra ali:

Fonte ruim estraga resposta boa. A busca traz coisa boa e coisa ruim junto. Meu papel é abrir cada uma e avaliar antes de importar. Isso dá trabalho, não tem jeito, mas é o trabalho que separa um notebook útil de um gerador de texto genérico

Eu renomeio o notebook com um nome próximo do projeto, porque acredito que isso melhora as respostas

O histórico da conversa se perde, então tudo que eu gosto eu salvo em observações, virando uma nota. E essa nota pode virar fonte dentro do próprio notebook. É meio que reciclar o raciocínio bom de volta pro contexto

A parte que mais interessa pra este post é o final do fluxo

Eu preferi pedir um PRD em vez de um prompt gigante. Prompt muito grande faz o assistente de código pular coisa, enquanto o PRD vira arquivo referenciado, e aí eu aponto pra ele quando quiser

E se liga nisso: o conteúdo já sai formatado em Markdown. Eu copiei o PRD gerado e colei num arquivo prd.md dentro da pasta do projeto. Só removi a primeira linha de introdução da resposta e mantive o resto

Ou seja, a ponte entre os dois mundos é exatamente o formato que a gente falou lá em cima: Markdown sai pronto do notebook, e Markdown entra direto como fonte. O caminho funciona nos dois sentidos

Depois é partir do prd.md salvo no projeto e pedir ao assistente de código pra construir o MVP referenciando esse arquivo no comando

No vídeo abaixo eu mostro esse projeto do começo ao fim: o NotebookLM montando o plano e o Claude Code construindo o app

No celular você adiciona menos: a lista reduzida do app

Lembra do aviso lá da tabela? Chegou a hora dele, e essa parte pega muita gente de surpresa

No Android e no iPhone/iPad, a adição de fontes é limitada a PDF, site, áudio, YouTube e texto colado

Repara no que ficou de fora: .docx, .csv, .md, .pptx, arquivos do Drive. Nada disso no app

A orientação prática é dividir os papéis:

  • Navegador: é onde tu MONTA o notebook. Sobe os documentos, conecta o Drive, organiza as fontes
  • App: é onde tu CONSOME. Pergunta, revisa, ouve, consulta na fila do banco

Evita a frustração de tentar subir uma planilha pelo celular e ficar achando que o arquivo está corrompido. Não está, o app simplesmente não aceita aquele tipo ali 😀

Se tu quer uma visão mais detalhada de quais tipos de fonte o NotebookLM aceita, vale cruzar com essa restrição de plataforma antes de planejar teu fluxo

Conclusão

A regra prática é curta: checa a lista antes de preparar o material

Documento entra em .docx, .txt, .md, .pdf, .csv e .pptx. EPUB, imagem e áudio também têm vez. Google Docs, Apresentações e Planilhas entram nativos pelo Drive. Link, YouTube com legenda e texto colado completam o time

Código e .xlsx não estão na lista oficial, então converte: texto colado, .txt/.md ou PDF resolvem a maioria dos casos

E não esquece do recorte de plataforma: essa lista completa é do navegador, o app do celular trabalha com um conjunto menor

A decisão que quase ninguém pensa, mas que economiza retrabalho depois: upload ou Drive? Se o conteúdo não muda mais, upload está ótimo. Se ele é vivo e vai ser editado, coloca no Drive como arquivo nativo e deixa a sincronização automática trabalhar por ti

Markdown, no fim das contas, é o formato mais amigável dessa história toda: entra direto como fonte e sai pronto do notebook pro teu projeto

Até o próximo post!

Perguntas frequentes

O NotebookLM aceita arquivo do Excel (.xlsx)?

Não consta na lista oficial de formatos de documento. O artigo de fontes traz .docx, .txt, .md, .pdf, .csv e .pptx, então planilha binária como .xlsx não aparece nessa lista. Se o teu dado tá numa planilha nativa do Google, aí sim entra: Google Planilhas é aceito direto do Drive.

Dá pra subir arquivo .zip ou pasta compactada como fonte?

Não. Arquivo compactado não consta na lista oficial de formatos aceitos. Tu precisa extrair o conteúdo e subir os arquivos individuais que estão dentro do zip, cada um no formato certo.

Código fonte tipo .py, .js ou .json é aceito como fonte?

Essas extensões não aparecem na lista oficial de formatos de documento. Um caminho que resolve é colar o conteúdo do código como texto ou salvar o arquivo como .txt ou .md antes de subir, já que os dois constam na lista.

O NotebookLM e o Gemini Notebook aceitam os mesmos formatos de arquivo?

Sim, é o mesmo produto renomeado. A lista de formatos, os limites e o comportamento das fontes são os mesmos, só a documentação oficial mudou de endereço para o domínio gemininotebook.

Pelo celular dá pra adicionar os mesmos tipos de fonte que no navegador?

Não, e essa é a diferença de plataforma que o post detalha. No Android e no iPhone/iPad, a adição de fontes é limitada a PDF, site, áudio, YouTube e texto colado. Pra subir .docx, .md, .csv, .pptx ou imagem, precisa usar o navegador.

Arquivo de ebook precisa ser convertido em PDF antes de virar fonte?

Não precisa mais. Arquivos EPUB passaram a ser aceitos como tipo de fonte pra todos os usuários, sem necessidade de converter o ebook em PDF antes.




Escrito por | Matheus Battisti

Matheus Battisti
Fundador da Hora de Codar

Programador apaixonado pelo mundo das tecnologias, sempre buscando em aprender e se aprofundar em linguagens, frameworks e o que mais for necessário para executar um bom trabalho. Agora tem uma nova missão que é de passar seu conhecimento adiante para formar novos programadores e especializar mais os que já são.

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