Extended Thinking no Claude Code: como funciona, custos e quando usar
Explore o ‘extended thinking Claude code’ e mergulhe no raciocínio profundo com modos como Ultrathink e verbose. Descubra histórico, ativação, custos e melhores usos.
Direto ao ponto, pra você não precisar ler o post inteiro pra pegar o essencial:
No Claude Code de hoje o raciocínio é adaptativo: o próprio modelo avalia a complexidade do pedido e decide se pensa e quanto pensa
Quem regula a profundidade é o nível de esforço, controlado pelo comando /effort
Em Fable 5, Sonnet 5, Opus 4.8 e Opus 4.7 os níveis são low, medium, high, xhigh e max; em Opus 4.6 e Sonnet 4.6 são low, medium, high e max
A palavra ultrathink continua sendo reconhecida e pede raciocínio mais profundo naquele turno, mas o nível de esforço enviado à API não muda
Já ‘think’, ‘think hard’ e ‘think more’ não são mais palavras-chave, passam como texto comum do prompt
E o custo? Todo token de raciocínio é cobrado como token de saída, então esforço maior significa mais tokens e limite de uso atingido mais rápido
Agora bora destrinchar cada uma dessas partes 🙂

O Extended Thinking no Claude Code representa uma funcionalidade avançada para realizar raciocínios mais profundos e complexos em processos automatizados com inteligência artificial. Ele permite que o Claude execute sequências de pensamento mais longas, acessando uma maior quantidade de tokens de contexto para análise e síntese de informações. Neste artigo, vamos explorar como esse modo funciona, seu histórico, as diferenças em relação a outros modos e dicas para saber quando utilizar o Extended Thinking em suas aplicações.
Usando o extended thinking Claude code, você pode otimizar o desempenho do Claude para cenários que exigem extensões no raciocínio, garantindo maior qualidade nas respostas e soluções mais elaboradas. Porém, também é importante entender os custos envolvidos e quando realmente vale investir nessa funcionalidade para obter retorno sobre o uso.
O que é Extended Thinking no Claude Code?
O Extended Thinking no Claude Code é um modo especial que amplia a capacidade do modelo de IA para realizar análises mais detalhadas e longas por meio do aumento da quantidade de tokens processados durante o raciocínio. Isso significa que o Claude pode «pensar» de forma mais profunda, conectando contextos extensos e elaborando respostas mais completas e precisas.
Esse modo é especialmente útil em tarefas que demandam reflexão complexa, como resolução de problemas detalhados, análise de documentos longos, planejamento estratégico ou geração de conteúdos que exijam encadeamento lógico maior.
Ao utilizar extended thinking Claude, você geralmente acessa uma reserva maior de tokens, permitindo ao modelo considerar diversos aspectos e informações num único fluxo de processamento sem perder detalhes importantes. Isso proporciona um resultado final mais elaborado e robusto, fundamental em automações e projetos que requerem alta qualidade de raciocínio automatizado.
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Histórico e evolução: Ultrathink e outros modos de raciocínio
O conceito de modos de raciocínio avançado como o Extended Thinking no Claude Code tem suas raízes na evolução dos modelos de linguagem e suas capacidades de processar informações com profundidade crescente.
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Antes do extended thinking Claude, existia o modo Ultrathink Claude Code, que foi uma das primeiras implementações de um sistema voltado a estender o raciocínio do modelo além do padrão básico. O Ultrathink permitia que a IA abordasse questões complexas dividindo o problema em etapas, usando múltiplos ciclos de pensamento para atingir respostas melhores.
Com o tempo, a tecnologia evoluiu para incluir modos como o Extended Thinking, que é mais flexível e oferece um balanço melhor entre profundidade do raciocínio e custo computacional. Além disso, veio o modo verbose Claude Code, que foca mais em detalhar o processo de raciocínio, exibindo uma narrativa clara do que a IA está pensando.
Esses modos surgiram para atender a demandas específicas de usuários que precisavam que as respostas fossem não apenas corretas, mas também explicadas e fundamentadas em análises complexas, o que é fundamental em aplicações profissionais e acadêmicas.
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Como ativar o Extended Thinking e visualizar no Claude Code
Ativar o Extended Thinking no Claude Code é simples, mas requer algumas etapas específicas para garantir que o modelo utilize esse modo de raciocínio profundo.
Normalmente, você pode ativar o Extended Thinking acessando as configurações do Claude Code, onde há uma opção para selecionar o modo de raciocínio desejado. Em algumas interfaces, isso pode ser feito por meio do atalho Ctrl + O, que permite visualizar e trocar entre os modos disponíveis.
Ao ativar, você notará que o sistema passa a usar uma quantidade maior de tokens durante o processamento, o que se reflete em respostas mais desenvolvidas. Dependendo da plataforma ou serviço, é possível visualizar um painel que mostra detalhes do raciocínio do Claude naquele modo, incluindo passos intermediários e insights gerados.
Para melhores práticas, sempre monitore o uso de tokens e os custos associados, pois o extended thinking Claude pode ser mais caro devido à maior demanda computacional. Por isso, faça testes para equilibrar custo e benefício antes de utilizá-lo em larga escala.
Modo verbose no Claude Code: diferenças e aplicações
O modo verbose no Claude Code é outro tipo de configuração focada em detalhar o processo interno de raciocínio do modelo de IA, diferente do Extended Thinking, que prioriza profundidade e extensão do raciocínio.
Enquanto o extended thinking Claude foca em um raciocínio profundo com uso ampliado de tokens para gerar respostas complexas, o modo verbose Claude Code exibe explicitamente os pensamentos, justificativas e caminhos tomados durante a elaboração dessas respostas.
Esse modo é especialmente útil para desenvolvedores, pesquisadores e profissionais que precisam compreender como a IA chegou a uma determinada conclusão. Além disso, é uma ferramenta valiosa para depuração, ensino e treinamento, pois oferece transparência e auditabilidade.
Na prática, verbose pode ser usado em:
- Revisão de processos complexos de tomada de decisão
- Demonstração para clientes ou stakeholders do funcionamento interno
- Análise de falhas ou melhorias em modelos
Entretanto, o modo verbose também pode consumir mais tokens e gerar respostas mais longas, o que é importante considerar no planejamento de custos.
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Quando usar Extended Thinking: vantagens, custos e recomendações
Saber quando usar o Extended Thinking no Claude Code é fundamental para aproveitar ao máximo essa funcionalidade sem gastar recursos desnecessários.
Vantagens:
- Permite raciocínios complexos e detalhados, essenciais em tarefas que exigem múltiplos passos e análise aprofundada.
- Produce respostas mais completas e fundamentadas, agregando maior valor a suas automações e análises.
- Útil em contextos profissionais, acadêmicos ou criativos onde qualidade do pensamento é crucial.
Custos:
- O uso do extended thinking claude geralmente consome mais tokens, o que pode refletir em custos financeiros mais elevados dependendo do serviço.
- Processamento mais longo pode aumentar o tempo de resposta.
Recomendações:
- Utilize o modo em tarefas específicas que realmente requerem maior profundidade, evitando aplicar indiscriminadamente.
- Teste e monitore o uso de tokens para garantir que o aumento de custo vale o benefício obtido.
- Combine com o modo verbose quando quiser entender detalhes do processo do raciocínio.
Em resumo, o extended thinking é uma ferramenta poderosa, mas deve ser usada estrategicamente para maximizar eficiência e eficácia em seus projetos.
O que é o Extended Thinking no Claude Code e para que serve?
O Extended Thinking no Claude Code é um modo que permite ao modelo realizar raciocínios mais profundos e complexos ao processar comandos de programação ou problemas avançados. Ele utiliza mais tokens de contexto, o que proporciona respostas mais detalhadas e completas, especialmente útil para tarefas técnicas ou análises sofisticadas.
Como ativar o modo Extended Thinking ou Ultrathink no Claude Code e como identificá-lo?
Você pode ativar o Extended Thinking no Claude Code ao executar comandos que exigem raciocínio avançado, geralmente por meio de opções na interface, prompts específicos ou utilizando o atalho Ctrl+O. Quando o modo Extended Thinking ou Ultrathink é ativado, o painel geralmente indica esse status, mostrando também o uso de tokens aumentado em relação ao modo padrão.
Quando vale a pena usar o Extended Thinking no Claude Code, considerando os custos?
Vale a pena usar o Extended Thinking quando a tarefa envolve análises complexas, múltiplas etapas lógicas ou programação avançada, onde respostas superficiais seriam insuficientes. Contudo, o modo consome mais tokens e pode gerar custos maiores, então é indicado reservá-lo para demandas realmente críticas, para garantir o melhor custo-benefício.
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Conclusão
O Extended Thinking no Claude Code é uma funcionalidade que leva o raciocínio automatizado a um novo nível, permitindo tratativas mais complexas e detalhadas em sistemas de IA. Com modos complementares como o Ultrathink e verbose, você pode ajustar a profundidade e transparência das respostas conforme a necessidade.
Entender como ativar e usar o extended thinking claude code, assim como equilibrar custos e benefícios, é essencial para tirar o máximo proveito em projetos que exigem qualidade e detalhamento nas respostas.
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Adaptive thinking: hoje quem decide o quanto pensar é o modelo
Aqui vai a parte que mudou e quase ninguém atualizou
O modo de raciocínio atual é o adaptive thinking: o próprio modelo avalia a complexidade de cada requisição e decide se usa raciocínio estendido e quanto usa
Nada de você definir um orçamento fixo de pensamento e torcer pra dar certo
Essa é a forma recomendada em Claude Opus 4.8, Opus 4.7, Opus 4.6, Sonnet 5 e Sonnet 4.6
E em Claude Fable 5 e Mythos 5 ela é o ÚNICO modo, não tem outro caminho
Aí vem a pergunta natural: então o Claude nunca mais pensa sem eu pedir?
Pelo contrário, no nível de esforço high o Claude quase sempre pensa
O que você controla hoje não é mais o interruptor, é a profundidade… e isso tem nome e tem comando, se liga no próximo tópico 🙂
/effort: o comando que regula a profundidade do raciocínio
Se o modelo decide sozinho quanto pensar, o que sobra pra você? O nível de esforço
E quem manda nele é o comando /effort
Rodando /effort sem nada na frente, abre um slider interativo pra você escolher
Rodando /effort seguido do nome do nível, você define direto
E /effort auto devolve o controle pro padrão do modelo
Quais níveis existem:
Depende do modelo que você está usando, beleza?
Fable 5, Sonnet 5, Opus 4.8 e Opus 4.7 aceitam low, medium, high, xhigh e max
Opus 4.6 e Sonnet 4.6 aceitam low, medium, high e max
E o padrão? Segundo a central de ajuda, os níveis são low, medium, high, xhigh, max e auto, com padrão high nos planos Team e Enterprise e medium nos demais planos
Como nome, versão e disponibilidade de modelo mudam com o tempo, o comando /model é sempre a fonte de verdade pra SUA conta
Inclusive dá pra trocar de modelo no meio da sessão sem perder a conversa, o que ajuda muito quando você percebe no meio do caminho que a tarefa pedia outro nível
Outras formas de definir o esforço:
O /effort não é o único caminho
Pelo comando /model
Pela flag –effort
Pela variável de ambiente CLAUDE_CODE_EFFORT_LEVEL
E pelo campo effortLevel no arquivo de settings
Tome cuidado com o max:
Aqui tem uma pegadinha que confunde bastante gente
low, medium, high e xhigh PERSISTEM entre sessões quando você define numa sessão interativa
Já o max (e o ultracode) valem só na sessão atual e não são aceitos em arquivo de settings
A única exceção é quando eles vêm pela variável CLAUDE_CODE_EFFORT_LEVEL
Ou seja: cravar max no settings e achar que ficou ligado pra sempre é receita de frustração
Onde isso começou e o que ainda funciona hoje
Pra não ficar no achismo sobre cronologia, vale ancorar num fato
O raciocínio estendido visível estreou com o Claude 3.7 Sonnet, anunciado em fevereiro de 2025 como o primeiro modelo de raciocínio híbrido: ou ele responde de forma quase instantânea, ou pensa passo a passo de modo visível, com controle fino de duração do pensamento na API
E adivinha o que foi apresentado no MESMO anúncio? O Claude Code 😀
O ultrathink ainda funciona?
Essa é a dúvida número 1 de quem chega aqui, então vamos direto
A palavra ultrathink continua sendo reconhecida pelo Claude Code
Você joga ultrathink em qualquer ponto do prompt e o Claude Code reconhece, acrescentando uma instrução em contexto pedindo raciocínio mais profundo
Vale também dentro do conteúdo de uma skill, o que é bem massa pra quem monta skill própria
Mas se liga no detalhe que muda tudo: o nível de esforço enviado à API NÃO muda
Ou seja, ultrathink é um pedido dentro do prompt, não um botão de configuração… quem mexe na configuração é o /effort
E a velha escada think, think hard, think more?
Essa acabou
‘think’, ‘think hard’ e ‘think more’ passam hoje como texto comum do prompt e não são reconhecidas como palavras-chave
Se você aprendeu a escadinha em algum tutorial antigo, pode aposentar
Modo ultracode: xhigh com orquestração de workflows
Tem um nível que não é bem um nível
O ultracode junta esforço xhigh com orquestração automática de workflows
Ativa com /effort ultracode dentro da sessão, ou você já sobe assim com claude –effort ultracode
Ele dura só a sessão atual
E pra voltar ao normal é /effort high
Pense nele como o botão de agora é sério: tarefa grande, com várias frentes, onde você quer o Claude coordenando o trabalho em vez de responder na bala
O que o Ctrl+O faz de fato:
Esse atalho gera muita confusão, então vale deixar redondo
O Ctrl+O alterna o transcript viewer, que é a visão detalhada da sessão
Ele mostra uso de ferramentas e execução em detalhe, e expande as chamadas MCP que ficam recolhidas em uma linha só
Ele não liga nem desliga raciocínio
E sobre o raciocínio: os blocos aparecem RECOLHIDOS na conversa
Clicar em um bloco abre a leitura dele
E o Ctrl+O expande ou recolhe todos os blocos da sessão de uma vez
E se eu quiser ver o resumo do raciocínio:
Existe um ajuste específico pra isso, o showThinkingSummaries
Ele vem como false por padrão
Sessões interativas na API recebem blocos de raciocínio redigidos, e definir showThinkingSummaries: true nas settings deixa os resumos completos disponíveis ao expandir
O que a flag –verbose faz de fato:
Pra não ter dúvida na hora de rodar
A flag –verbose tem valor padrão false
Quando ligada, ela mostra a saída COMPLETA das ferramentas em vez de resumos truncados
E ela sobrepõe a configuração verbose por uma sessão
Repare no ponto: o assunto dela é saída de ferramenta, não pensamento do modelo
Quem cuida da parte de raciocínio é o /effort (a profundidade) e o showThinkingSummaries (o que aparece na tela)
Quanto custa pensar mais: como o token de raciocínio é cobrado
Aqui o papo fica concreto
O raciocínio do turno atual conta no max_tokens, é cobrado como token de saída e ocupa espaço da janela de contexto naquele turno
E atenção: cobra-se o pensamento COMPLETO, não o resumo que aparece na tela
Dá pra medir isso, inclusive: o campo usage.output_tokens_details.thinking_tokens mostra quantos tokens de saída faturados foram raciocínio interno
E na API, quanto custa o token de saída:
O Claude Sonnet 5 está com preço introdutório de US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de tokens de saída até 31 de agosto de 2026, depois passa a US$ 3 de entrada e US$ 15 de saída
A linha Opus (Opus 4.8 e Opus 5) fica em US$ 5 por milhão de entrada e US$ 25 por milhão de saída, sendo que o Opus 5 é upgrade direto do Opus 4.8 pelo mesmo preço
E o Claude Haiku 4.5 sai por US$ 1 por milhão de entrada e US$ 5 por milhão de saída
Como pensamento é saída, é justamente na coluna mais cara que ele bate
E se eu uso assinatura em vez de API:
O Claude Code é incluído em todos os planos pagos e divide o mesmo pool de limite com o chat: claude.ai, Claude Code e Claude Desktop contam pro mesmo limite
O plano Pro custa US$ 20 por mês (EUA) e já vem com o Claude Code incluído
O Max é vendido em duas faixas, 5x ou 20x o uso do Pro por sessão de 5 horas, com cobrança mensal
Todo plano tem limite que reinicia numa janela móvel de 5 horas, e os planos pagos ainda somam limites semanais
Nos planos Max são dois limites semanais, um geral e outro só pra modelos Sonnet
Respostas com esforço mais alto são mais completas, porém demoram mais e usam mais tokens, então o limite de uso é atingido mais rápido
O uso é afetado por tamanho e complexidade da conversa, recursos usados, modelo escolhido e nível de esforço selecionado
Uma régua de custo pra calibrar expectativa:
A documentação de custos traz o observado em uso corporativo: cerca de US$ 13 por desenvolvedor por dia ativo, e algo entre US$ 150 e US$ 250 por desenvolvedor por mês
E pra 90% dos usuários o custo fica abaixo de US$ 30 por dia ativo
Não é a sua conta, é ordem de grandeza… serve pra você não sair colocando esforço alto em tudo achando que é de graça
Se você chama a API: o budget_tokens saiu de cena
Esse aqui é pra quem não vive só no terminal e mexe direto na API
O extended thinking com orçamento fixo de tokens acabou
O thinking.type: ‘enabled’ com budget_tokens está deprecado nos modelos Claude 4.6, onde as requisições ainda funcionam
Do Claude 4.7 em diante ele não é suportado: a requisição é rejeitada com erro 400
Caso esse erro apareça de repente num código que rodava, é isso aqui
Como migrar:
O caminho oficial tem três passos
Remover o budget_tokens
Definir thinking: {type: ‘adaptive’}
E controlar a profundidade do raciocínio pelo output_config, definindo ali o campo effort
Repare que é a mesma lógica do /effort no terminal, só que na API: o controle deixou de ser quantos tokens eu penso e virou quanto esforço eu quero
NOTA EDITORIAL, NÃO PUBLICAR: não existe bloco de primeira mão nesta rodada e não vou fabricar um. O único material próprio disponível é o vídeo sobre usar Fable 5 e Sonnet 5 de graça pelo ZenMux com o OpenCode, que trata de acesso gratuito a modelos e não de raciocínio, nível de esforço ou custo dentro do Claude Code: aproveitar aquilo aqui seria experiência emprestada. Pra abrir esse bloco com honestidade, precisaria ser gravado e medido: (1) o mesmo prompt rodado em low, medium, high e xhigh na mesma base, comparando usage.output_tokens_details.thinking_tokens e o tempo de resposta em cada nível; (2) prints do Ctrl+O mostrando o transcript viewer e os blocos de raciocínio recolhidos e expandidos, mais o mesmo cenário com showThinkingSummaries em true; (3) uma tarefa real rodada com /effort ultracode contra a mesma tarefa em high, registrando o que mudou no resultado e quanto do limite de uso foi consumido; (4) a tentativa de gravar max no arquivo de settings, pra mostrar na tela que ali ele não é aceito. Com esses quatro registros o post ganha o que a IA não consegue resumir.
Perguntas frequentes
O ultrathink ainda funciona no Claude Code?
Sim, continua sendo reconhecido
Incluir a palavra ultrathink em qualquer ponto do prompt faz o Claude Code reconhecer e acrescentar uma instrução em contexto pedindo raciocínio mais profundo naquele turno
Vale também dentro do conteúdo de uma skill
O detalhe importante: o nível de esforço enviado à API não muda por causa dela
As palavras ‘think’, ‘think hard’ e ‘think more’ ainda aumentam o raciocínio?
Não
Elas passam hoje como texto comum do prompt e não são reconhecidas como palavras-chave
Se você quer mexer de verdade na profundidade, o caminho é o nível de esforço
Como mudar o nível de esforço do raciocínio no Claude Code?
Pelo comando /effort
/effort sem argumento abre um slider interativo
/effort seguido do nome do nível define direto
/effort auto volta ao padrão do modelo
Além dele, dá pra definir pelo comando /model, pela flag –effort, pela variável de ambiente CLAUDE_CODE_EFFORT_LEVEL e pelo campo effortLevel no arquivo de settings
Quais níveis de esforço existem e qual é o padrão?
Depende do modelo
Fable 5, Sonnet 5, Opus 4.8 e Opus 4.7 aceitam low, medium, high, xhigh e max
Opus 4.6 e Sonnet 4.6 aceitam low, medium, high e max
Sobre o padrão, a central de ajuda lista low, medium, high, xhigh, max e auto, com padrão high nos planos Team e Enterprise e medium nos demais planos
E o comando /model é sempre a fonte de verdade sobre o que está disponível na sua conta
O nível de esforço fica salvo entre sessões?
Depende do nível
low, medium, high e xhigh persistem entre sessões quando definidos numa sessão interativa
Já max (e ultracode) valem só na sessão atual e não são aceitos em arquivo de settings
A exceção é quando eles vêm pela variável CLAUDE_CODE_EFFORT_LEVEL
O atalho Ctrl+O ativa o Extended Thinking?
Não
O Ctrl+O alterna o transcript viewer, a visão detalhada, que mostra uso de ferramentas e execução em detalhe e expande as chamadas MCP que ficam recolhidas em uma linha
No que toca ao raciocínio: os blocos aparecem recolhidos na conversa, clicar em um bloco abre a leitura dele, e o Ctrl+O expande ou recolhe todos os blocos da sessão
O modo verbose mostra o raciocínio do Claude?
Não, o verbose é sobre outra coisa
A flag –verbose tem valor padrão false e mostra a saída completa das ferramentas em vez de resumos truncados, sobrepondo a configuração verbose por uma sessão
Pra parte de raciocínio existe o ajuste showThinkingSummaries, que vem como false por padrão e, definido como true nas settings, deixa os resumos completos disponíveis ao expandir
O que é o modo ultracode no Claude Code?
É o modo que junta esforço xhigh com orquestração automática de workflows
Você ativa com /effort ultracode dentro da sessão, ou iniciando com claude –effort ultracode
Ele dura só a sessão atual e volta ao normal com /effort high
Quanto custa usar raciocínio estendido no Claude Code?
O raciocínio do turno atual conta no max_tokens, é cobrado como token de saída e ocupa espaço da janela de contexto naquele turno
E cobra-se o pensamento completo, não o resumo exibido na tela
Dá pra medir: o campo usage.output_tokens_details.thinking_tokens mostra quantos tokens de saída faturados foram raciocínio interno
Na assinatura, respostas com esforço mais alto usam mais tokens, então o limite de uso é atingido mais rápido
O extended thinking com budget_tokens ainda funciona?
Não nos modelos novos
thinking.type: ‘enabled’ com budget_tokens está deprecado nos modelos Claude 4.6, onde as requisições ainda funcionam, e não é suportado do Claude 4.7 em diante, que rejeitam a requisição com erro 400
A migração oficial é remover o budget_tokens, definir thinking: {type: ‘adaptive’} e controlar a profundidade pelo campo effort dentro do output_config
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