Claude Code preço: dá para plugar Kimi K3, GLM ou DeepSeek no lugar do Opus e pagar menos?

Claude Code preço comparado entre Opus, Kimi K3, GLM e DeepSeek
Resposta rápida

Claude Code preço na API é o que mais dói: o Opus 5 custa US$ 5 por milhão de tokens de entrada e US$ 25 de saída (R$ 25,65 e R$ 128,25 pela cotação de R$ 5,13). E dá sim pra apontar o mesmo CLI pra outro motor: Moonshot, Z.ai e DeepSeek documentam endpoints compatíveis com o formato Anthropic, ligados por ANTHROPIC_BASE_URL e ANTHROPIC_AUTH_TOKEN no settings.json. O Kimi K3 cobra US$ 3 de entrada e US$ 15 de saída, com preço flat na janela de 1M. A conta cai, mas você sai do suporte oficial: a Anthropic não endossa nem audita gateway de terceiro

Fala aí, beleza? Quem deixa o Opus ligado o dia inteiro dentro do Claude Code sabe muito bem a sensação de abrir o painel de uso e sentir um friozinho na barriga

Aí vem a pergunta que rende, e que é o motivo de você ter caído aqui: dá pra manter o Claude Code, que é o CLI que você já conhece e já configurou, e trocar só o motor por um modelo mais barato tipo Kimi K3, GLM ou DeepSeek?

A resposta curta é que dá, e os três provedores documentam isso por conta própria

A resposta longa é o resto do post: quanto custa cada coisa hoje, como se pluga passo a passo, quanto a minha conta caiu num teste real e em qual cenário isso é uma péssima ideia

Claude Code preço: quanto custa o Opus e quanto custam as alternativas

Primeiro vamos separar duas contas que a galera mistura toda hora: pagar por token na API e pagar assinatura mensal

São bolsos diferentes e a lógica de economia é diferente em cada um

Um aviso antes da tabela: nenhum provedor aqui cobra em real, todos cobram em dólar, então lembra de aplicar o câmbio na hora de planejar (a cotação que usei de referência foi US$ 1 = R$ 5,13)

Na API, o preço por milhão de tokens fica assim:

Modelo Entrada (US$ / 1M) Saída (US$ / 1M)
Claude Opus 5 5,00 25,00
Claude Sonnet 5 (até 31/08/2026) 2,00 10,00
Claude Sonnet 5 (depois dessa data) 3,00 15,00
Claude Haiku 4.5 1,00 5,00
Kimi K3 (cache miss) 3,00 15,00
Kimi K3 (cache hit) 0,30 15,00
GLM-5.2 e GLM-4.7 sem número oficial confirmado sem número oficial confirmado
DeepSeek V4 Pro e V4 Flash sem número oficial confirmado sem número oficial confirmado

Repara nas duas últimas linhas, porque isso importa mais que parece

Eu procurei o preço por token do GLM e do DeepSeek e só achei número em agregador, com valores que divergem de forma grosseira entre si

Então fica a lacuna mesmo, prefiro te entregar uma tabela com buraco honesto do que um número inventado que te faz planejar orçamento errado 🙂

O Sonnet 5 tem uma pegadinha de calendário: aquela tabela de US$ 2 e US$ 10 é introdutória, com virada já anunciada pra 31 de agosto de 2026

Depois dessa data ele sobe pra US$ 3 e US$ 15, ou seja, o desconto do Sonnet contra o Kimi K3 na entrada some

E na base de assinatura?

Aqui a comparação muda de cara, porque você paga um valor fixo e usa dentro dos limites do plano:

Assinatura Preço mensal (US$)
Claude Pro 20
Claude Max 5x 100
Claude Max 20x 200
Kimi Moderato 19
Kimi Allegretto 39
Kimi Allegro 99
Kimi Vivace 199
GLM Coding Plan a partir de 18

Os planos do Kimi também têm modalidade anual: US$ 180, US$ 372, US$ 948 e US$ 1.908 por ano, na mesma ordem

O GLM Coding Plan tem os níveis Lite, Pro e Max, com cobrança mensal, trimestral ou anual, e a própria Z.ai diz que Pro e Max entregam 6x e 14x a franquia do Lite

O preço exato do Pro e do Max eu não consegui confirmar na página oficial, então também não vou chutar

Do lado da Anthropic, o Claude Code entra incluído no Pro, e os planos Max dão 5x ou 20x o uso do Pro por sessão de 5 horas, com dois limites semanais (um geral e outro só pros modelos Sonnet)

Se você quer entender a fundo o que cada plano inclui, esse recorte já foi destrinchado por aqui

Olhando as duas tabelas juntas, dá pra sacar uma coisa: na assinatura os preços são parecidos demais pra justificar troca

US$ 20 do Pro contra US$ 19 do Moderato do Kimi não muda a vida de ninguém

A diferença que dói mesmo aparece no consumo por token, e é aí que a troca de motor faz sentido

Como plugar outro modelo no Claude Code, provedor por provedor

O desvio é bem mais simples do que parece, e é sempre a mesma mecânica pros três provedores

  1. Entenda as duas variáveis que fazem todo o trabalho. A ANTHROPIC_BASE_URL é quem roteia as requisições do Claude Code pra uma API customizada, ou seja, define pra ONDE a requisição vai. E a ANTHROPIC_AUTH_TOKEN é a credencial enviada no header Authorization: Bearer, que é o formato usado quando o destino é um gateway ou provedor compatível

O erro comum deste passo: colocar a chave do provedor terceiro na variável de chave da Anthropic

Não é a mesma coisa

Se o endpoint autentica por bearer token, a credencial vai na ANTHROPIC_AUTH_TOKEN, ponto

  1. Grave as variáveis no bloco env de um settings.json. O Claude Code lê direto do arquivo, independente de como você iniciou o comando, então não precisa ficar exportando variável no terminal toda vez

O formato é esse:

{
  "env": {
    "ANTHROPIC_BASE_URL": "...",
    "ANTHROPIC_AUTH_TOKEN": "..."
  }
}

O erro comum deste passo, e esse é o mais caro de todos: colocar a credencial no .claude/settings.json do projeto

A própria documentação avisa que esse arquivo é versionado e compartilhado com quem clona o repositório

Traduzindo: você commita a sua chave e o próximo dev que clonar o repo ganha sua API key de brinde 😀

Credencial vai no settings.json de usuário, sempre

  1. Escolha o provedor e cole a configuração. Aqui muda só a URL, a chave e o nome do modelo

Pra Moonshot, que documenta o Kimi dentro do Claude Code na documentação oficial do Kimi:

{
  "env": {
    "ANTHROPIC_BASE_URL": "https://api.moonshot.ai/anthropic",
    "ANTHROPIC_AUTH_TOKEN": "sua-chave-da-moonshot",
    "ANTHROPIC_MODEL": "kimi-k3[1m]"
  }
}

Pra Z.ai, que documenta a configuração no ~/.claude/settings.json e mapeia cada faixa interna do Claude Code pra um modelo GLM, como está na documentação da Z.ai:

{
  "env": {
    "ANTHROPIC_BASE_URL": "https://api.z.ai/api/anthropic",
    "ANTHROPIC_AUTH_TOKEN": "sua-api-key-da-z-ai",
    "ANTHROPIC_DEFAULT_HAIKU_MODEL": "glm-4.7",
    "ANTHROPIC_DEFAULT_SONNET_MODEL": "glm-5.2",
    "ANTHROPIC_DEFAULT_OPUS_MODEL": "glm-5.2"
  }
}

A chave da Z.ai é criada na página de API Keys da plataforma deles

E pra DeepSeek, que publica o próprio guia de integração com o Claude Code:

{
  "env": {
    "ANTHROPIC_BASE_URL": "https://api.deepseek.com/anthropic",
    "ANTHROPIC_AUTH_TOKEN": "sua-chave-da-deepseek"
  }
}

Repara que na DeepSeek não tem linha de modelo, e isso é de propósito

O endpoint no formato Anthropic deles converte os nomes automaticamente: nome que começa com claude-opus vira deepseek-v4-pro, e nome que começa com claude-sonnet ou claude-haiku vira deepseek-v4-flash

O erro comum deste passo: usar a URL padrão da API do provedor em vez do endpoint no formato Anthropic

A DeepSeek, por exemplo, mantém o endpoint Anthropic separado do endpoint normal dela

Se você apontar pro errado, o Claude Code fala num formato e o servidor responde noutro, e nada funciona

  1. Saiba onde o modelo é escolhido. Dentro do Claude Code você define o modelo por /model na sessão, pela flag --model no start, pela variável ANTHROPIC_MODEL ou pelo campo model no settings

E ainda existem as variáveis que fixam qual modelo responde por cada faixa interna: ANTHROPIC_DEFAULT_OPUS_MODEL, ANTHROPIC_DEFAULT_SONNET_MODEL e ANTHROPIC_DEFAULT_HAIKU_MODEL

O erro comum deste passo: achar que a flag --model e a ANTHROPIC_MODEL valem pra sempre

Elas valem apenas pra sessão iniciada com elas

Fechou o terminal, acabou o efeito

O que US$ 10 de crédito renderam na prática

Agora sai da tabela e vem pro mundo real, porque preço por token no papel não diz muita coisa até você ver o saldo derretendo (ou não)

Quando testei o GLM lá no vídeo, coloquei US$ 10 de crédito direto na API do provedor, que foi o caminho mais barato entre as opções que eu avaliei

Avaliei três: usar via OpenRouter, aproveitando crédito que muita gente já tem parado lá, colocar crédito direto na API ou assinar o plano de coding

Fiquei com a API, e o motivo é bem prático: plano de coding te prende numa mensalidade que é cobrada mesmo no mês que você não abriu o editor

Com os US$ 10 eu consegui criar seis projetos, gastando de um a dois prompts por projeto, e ainda sobraram cerca de US$ 0,30 no fim

E o jogo de corrida saiu com UM prompt só

Só que eu preciso ser honesto com o que esse resultado significa e o que ele não significa

Eram projetos web simples, de poucos prompts: uma landing page sobre o próprio modelo, um editor de markdown com preview do lado e uma lista de tarefas com animações

Os projetos web ficaram bons e utilizáveis, com ressalva de ajuste pontual, tipo trocar um logo

Já os jogos ficaram apenas aceitáveis: o conceito saiu certo, mas apareceu velocidade alta demais e erro no console que eu nem fui corrigir

Outra coisa que reparei: o modelo usou busca na web pra pegar dado que não estava no treinamento dele

E um aviso que vale ouro pro seu saldo: limpe o contexto entre um prompt e outro

Contexto solto consome muito crédito e é ali que a economia vaza sem você perceber

Detalhe de bastidor: no vídeo eu mostro a configuração num settings.json dentro do projeto, e cheguei a comentar que dá pra pedir pro próprio Claude Code montar esse arquivo a partir de um print, em vez de digitar na mão

Funciona, mas repete comigo: credencial no settings de usuário, não no do projeto 😛

Depois de configurar eu reiniciei o Claude Code, e o nome do modelo apareceu ali na inicialização confirmando qual estava ativo

Esse teste foi com o GLM daquele vídeo, não com Kimi K3 nem com DeepSeek

Então não saia daqui achando que o custo por projeto que eu tive vale pros outros dois, porque o preço por token é outro em cada um

No vídeo acima tu vê a configuração sendo montada na tela, o modelo menor entrando como fallback e cada um dos projetos sendo gerado do zero, com o saldo caindo em tempo real

Quando compensa trocar o motor e quando é melhor ficar na Anthropic

Troca de motor não é decisão de fé, é decisão de cenário

Olha esses quatro casos e vê em qual você se encaixa:

Projeto pessoal, protótipo, prompt curto e descartável. Aqui a troca compensa fácil

É exatamente o cenário do meu teste: poucos prompts, projeto pequeno, resultado que você só precisa que exista e funcione

Gastar US$ 25 por milhão de tokens de saída do Opus pra montar uma landing page é queimar dinheiro por esporte

Base de código grande, com o mesmo contexto repetindo em toda chamada. Antes de trocar de motor, mexe na conta que você já tem

A própria Anthropic oferece até 90% de economia com prompt caching e 50% com processamento em batch, sem você trocar absolutamente nada de modelo

Se o seu problema é reenviar os mesmos arquivos toda hora, o cache resolve mais que a troca de provedor

Rotina profissional, cliente esperando, prazo curto. Fica na assinatura

O Max dá mais uso por sessão de 5 horas que o Pro e é caminho suportado de ponta a ponta, com a ressalva dos dois limites semanais que você precisa conhecer antes de assinar

Vale a leitura da comparação entre Pro, Max e API antes de escolher o degrau

Leitura de arquivo gigante, contexto inchado por natureza. Esse é o ponto onde o Kimi K3 brilha na tabela: ele cobra preço único em toda a janela, sem sobretaxa por contexto longo, num contexto de 1 milhão de tokens

O K3 é um modelo MoE de peso aberto da Moonshot, lançado em 16 de julho de 2026 com 2,8 trilhões de parâmetros e visão nativa

Contexto flat de 1M numa base grande muda a conta de um jeito que faixa por tamanho de contexto não muda

Vale a pena trocar o Opus por Kimi K3, GLM ou DeepSeek?

Vou responder direto, sem enrolação

Vale, se você usa Claude Code em uso avulso, tem controle do que está gastando e aceita ficar fora do caminho oficial

A economia é real e o setup leva uns cinco minutos

Não vale, se o seu fluxo de trabalho não pode quebrar

E isso não é opinião minha, é o que a Anthropic escreve na própria documentação: eles não endossam, não mantêm e não auditam gateways de terceiros, e não dão suporte a rotear o Claude Code pra modelos que não sejam Claude por nenhum gateway

Tem outro ponto que quase ninguém conta: a Anthropic informa que o uso incluído nas assinaturas foi desenhado pras aplicações nativas (Claude web, desktop, mobile e Claude Code), e que acesso por software de terceiro é por API key do Console ou provedor de nuvem suportado

Ou seja, o combo "pago assinatura e uso o modelo de terceiro no meio" não é o desenho pensado por ninguém

O mais fácil de plugar, pelo que está documentado, é a DeepSeek: você troca a base URL, põe a chave e pronto, os nomes de modelo são convertidos automaticamente e você nem precisa configurar as variáveis de faixa

O mais transparente no preço é o Kimi K3, que é o único dos três com tabela por token confirmada e ainda com preço flat na janela inteira

O que exige mais cuidado é o GLM, não porque seja pior, mas porque a página oficial só me confirmou o ponto de partida de US$ 18 por mês do Coding Plan e a proporção de franquia entre os níveis (Pro e Max com 6x e 14x o Lite)

Sem preço por token confirmado, você não consegue projetar gasto de verdade, e vai ter que medir na prática

E sobre qualidade de saída eu não vou te vender peixe: comparar acerto, uso de ferramenta e aderência a instrução entre esses modelos e o Opus dentro do Claude Code é coisa que eu não medi

Benchmark eu uso como parâmetro grosseiro, não como verdade

O que eu tenho é o meu teste com o GLM, e ele te diz uma coisa só: dá pra fazer projeto web simples por muito pouco

Conclusão

O caminho é sempre o mesmo, então recapitulando: ANTHROPIC_BASE_URL manda a requisição pro endpoint do provedor, ANTHROPIC_AUTH_TOKEN carrega a credencial no header Bearer, e os dois moram no bloco env de um settings.json

Moonshot, Z.ai e DeepSeek documentam cada um o seu endpoint no formato Anthropic, então não tem gambiarra envolvida do lado deles

Próximo passo prático, na ordem que eu faria: coloca crédito baixo em UM provedor, roda um projeto real de verdade (não um hello world), olha quanto sumiu do saldo e só depois decide se migra a rotina

Medir com projeto real é o único jeito de saber o quanto a SUA conta cai, porque o seu jeito de promptar não é igual ao meu

E não esquece do básico: credencial no settings de usuário, nunca no arquivo do projeto que vai junto no git clone

Já me ferrei uma vez por causa de arquivo versionado, e não é uma experiência que eu recomende haha

Se pintar dúvida em algum passo, me conta qual provedor tu escolheu que a gente troca uma ideia

Até o próximo post! 😀

Perguntas frequentes

Trocar o Claude Opus pelo Kimi K3 dentro do Claude Code tem suporte oficial da Anthropic?

Não. A própria documentação do Claude Code diz que a Anthropic não endossa, não mantém e não audita gateways de terceiros, e que rotear pra modelos não-Claude é um caminho sem suporte oficial. A forma preferida de acesso por ferramenta de terceiro é API key, não a assinatura Pro ou Max.

Dá pra usar a assinatura Claude Pro ou Max pra acessar Kimi K3, GLM ou DeepSeek?

Não. Essas assinaturas foram desenhadas pras aplicações nativas da Anthropic (Claude web, desktop, mobile e Claude Code apontando pro endpoint padrão). Pra rotear o Claude Code pra outro provedor, o pagamento é por token na API de cada um, usando ANTHROPIC_BASE_URL e ANTHROPIC_AUTH_TOKEN.

Qual a diferença de preço entre o Opus e o Kimi K3 por milhão de tokens?

O Opus 5 cobra US$ 5 na entrada e US$ 25 na saída por milhão de tokens. O Kimi K3 cobra US$ 3 na entrada em cache miss, caindo pra US$ 0,30 em cache hit, e US$ 15 na saída, com preço único até 1 milhão de tokens de contexto.

Onde colocar a chave de API do Kimi, GLM ou DeepSeek no Claude Code sem correr risco de vazar a credencial?

A credencial vai no bloco env do settings.json de usuário, nunca no .claude/settings.json do projeto, porque esse arquivo é versionado e acompanha quem clona o repositório. É ali que entram ANTHROPIC_BASE_URL e ANTHROPIC_AUTH_TOKEN.

Dá pra manter o Opus só pras tarefas difíceis e usar um modelo mais barato no resto?

Sim, o Claude Code tem variáveis específicas pra isso: ANTHROPIC_DEFAULT_OPUS_MODEL, ANTHROPIC_DEFAULT_SONNET_MODEL e ANTHROPIC_DEFAULT_HAIKU_MODEL, cada uma fixando qual modelo responde por aquela faixa interna. A Z.ai, por exemplo, documenta glm-5.2 nas faixas Sonnet e Opus e glm-4.7 na faixa Haiku.

Quanto rendeu, na prática, um teste real com pouco crédito na API?

Com US$ 10 de crédito na API do GLM deu pra tocar seis projetos, com um a dois prompts por projeto, e ainda sobrou cerca de US$ 0,30 no saldo. É só o retrato de um teste pontual meu, com projetos web simples, não uma garantia de economia pro seu uso.




Escrito por | Matheus Battisti

Matheus Battisti
Fundador da Hora de Codar

Programador apaixonado pelo mundo das tecnologias, sempre buscando em aprender e se aprofundar em linguagens, frameworks e o que mais for necessário para executar um bom trabalho. Agora tem uma nova missão que é de passar seu conhecimento adiante para formar novos programadores e especializar mais os que já são.

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